"Volta pra casa
me traz na bagagem
tua viagem sou eu
novas paisagens
destino passagem
tua tatuagem sou eu."
Simples de Coração - Engenheiros do Hawaii
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quinta-feira, 19 de abril de 2012
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
Dom Quixote.
Um prazer cada vez mais raro aerodinâmica num tanque de guerra, vaidades que a terra um dia há de comer.Ás de espadas fora do baralho grandes negócios, pequeno empresário. Muito prazer me chamam de otário
Por amor às causas perdidas...Tudo bem...até pode ser que os dragões sejam moinhos de vento Tudo bem...seja o que for...Seja por amor às causas perdidas Por amor às causas perdidas .
(Engenheiros do Hawaii)
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Refrão de um bolero - Engenheiros do Hawaii
Eu que falei nem pensar
Agora me arrependo roendo as unhas
Frágeis testemunhas
De um crime sem perdão
Mas eu falei sem pensar
Coração na mão, como o refrão de um bolero
Eu fui sincero
Como não se pode ser
E um erro assim tão vulgar
Nos persegue a noite inteira
E quando acaba a bebedeira
Ele consegue nos achar
Num bar,
Com um vinho barato
Um cigarro no cinzeiro
E uma cara embriagada no espelho do banheiro
Teus lábios são labirintos
Que atraem os meus instintos mais sacanas
O teu olhar
Sempre distante, sempre me engana
Eu entro sempre na tua dança de cigana
Eu que falei nem pensar
Agora me arrependo roendo as unhas
Frágeis testemunhas
De um crime sem perdão
Mas eu falei sem pensar
Coração na mão, como o refrão de um bolero
Eu fui sincero...Eu fui sincero...
Como não se pode ser
Um erro assim tão vulgar
Nos persegue a noite inteira
E quando acaba a bebedeira
Ele consegue nos achar
Num bar
Teus lábios são labirintos,
Eu sigo a tua pista todo dia da semana
Eu entro sempre na tua dança de cigana
Teus lábios são labirintos,
Que atraem os meus instintos mais sacanas
E o teu olhar sempre distante sempre me engana
"Iê-iê" Eu sigo a tua pista todo dia da semana
Todo dia, todo dia da semana
Eu sigo a tua pista todo dia da semana
O que eu falei foi sem pensar
Foi sem pensar!
Agora me arrependo roendo as unhas
Frágeis testemunhas
De um crime sem perdão
Mas eu falei sem pensar
Coração na mão, como o refrão de um bolero
Eu fui sincero
Como não se pode ser
E um erro assim tão vulgar
Nos persegue a noite inteira
E quando acaba a bebedeira
Ele consegue nos achar
Num bar,
Com um vinho barato
Um cigarro no cinzeiro
E uma cara embriagada no espelho do banheiro
Teus lábios são labirintos
Que atraem os meus instintos mais sacanas
O teu olhar
Sempre distante, sempre me engana
Eu entro sempre na tua dança de cigana
Eu que falei nem pensar
Agora me arrependo roendo as unhas
Frágeis testemunhas
De um crime sem perdão
Mas eu falei sem pensar
Coração na mão, como o refrão de um bolero
Eu fui sincero...Eu fui sincero...
Como não se pode ser
Um erro assim tão vulgar
Nos persegue a noite inteira
E quando acaba a bebedeira
Ele consegue nos achar
Num bar
Teus lábios são labirintos,
Eu sigo a tua pista todo dia da semana
Eu entro sempre na tua dança de cigana
Teus lábios são labirintos,
Que atraem os meus instintos mais sacanas
E o teu olhar sempre distante sempre me engana
"Iê-iê" Eu sigo a tua pista todo dia da semana
Todo dia, todo dia da semana
Eu sigo a tua pista todo dia da semana
O que eu falei foi sem pensar
Foi sem pensar!
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